Segundo a Reuters, os Estados Unidos pressionam a comunidade internacional a substituir o nome comum "inteligência artificial" (IA) por "superinteligência" (Super Intelligence, SI) e querem incluir o termo na declaração de consenso do Comitê Monetário e Financeiro Internacional (CMFI).
O argumento americano: SI descreve com mais precisão essa tecnologia emergente. No mês passado, os Estados Unidos pediram que as agências federais adotassem a expressão e a tornaram prioridade.
Aproveitando o momento: os Estados Unidos exercem atualmente a presidência rotativa do G20 e esperam que o novo termo seja mais amplamente adotado no plano internacional.
Mais do que uma troca de nome: segundo a análise da Reuters, a disputa envolve, na prática, o controle do discurso sobre governança da IA, a definição de padrões internacionais e a influência geopolítica. Se não houver acordo, o presidente do CMFI ainda pode emitir uma declaração da presidência resumindo as posições, ou adotar uma fórmula neutra de compromisso, como "novas tecnologias".
Por trás da troca de uma palavra, há uma disputa por quem define os padrões.
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